Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS


CÓD. NO SINGU: DHR30047
DISCIPLINA: Língua Brasileira de Sinais - Libras
CARGA HORÁRIA: 60h
CRÉDITOS: 03

 

OBJETIVOS


Geral:
Proporcionar subsídios teóricos e práticos que fundamente a atividade Docente na área do surdo e da surdez e compreender as transformações educacionais, considerando os princípios sócio-antropológicos e as novas perspectivas da educação relacionadas à comunidade surda.

Específicos:
- Conscientizar os futuros profissionais da docência sobre a importância do acolhimento aos alunos com deficiência auditiva, nas relações pedagógicas, aliando teoria e prática;
- Analisar crítica e reflexivamente as metodologias e as mudanças que estão ocorrendo nas instituições e na sociedade a partir da inclusão;
- capacitar os futuros profissionais para estabelecer comunicação básica, através da língua de Sinais – LIBRAS.

 

EMENTA


Aspectos da Linguagem de Sinais e sua importância: cultura e história. Identidade surda. Introdução aos aspectos linguísticos na Língua Brasileira de sinais: fonologia, morfologia, sintaxe. Noções básicas de escrita de sinais. Processo de aquisição da Língua de Sinais observando as diferenças e similaridades existentes entre esta e a língua Portuguesa.

 

METODOLOGIA


A disciplina será desenvolvida através dos seguintes procedimentos metodológicos: aulas expositivas e dialógicas, trabalhos individuais e coletivos (em grupo), estudo com leitura de textos indicados, debates, seminários, filmes e análises de temas específicos.

 

PROGRAMA


Teoria: Textos
- Conceituação de Língua de Sinais;
- O que é cultura e comunidade surda?
- Surdo quem é ele? O que é surdez?
- Amparo legal da educação inclusiva;
-Textos e contextos da educação inclusiva;
- Noções de Linguística aplicada a LIBRAS.
Prática: Sinais
- Posicionamento de mãos;
- Alfabeto: Letras e números;
- Identificação;
- Saudações;
- Nomes e Pronomes;
- Dias da Semana;
- Meses do Ano;
- Comandos;
- Verbos;
- Sentimentos;
- Familiares;
- Cores;
- Tipos de Frases;
- Deficiências;
- Nomenclatura de cursos.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA


BRASIL MEC/SEESP. Educação Especial - Língua Brasileira de Sinais (Série Atualidades Pedagógicas). Caderno 3. Brasília/DF. 1997.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Decreto no 5.626,
de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002.
AGUIAR E SILVA, V. Teoria da Literatura. Coimbra: Almedina, /s.d./
CULLER, J. Introdução à Teoria Literária. São Paulo: Beca Edições, 1999.
D’ONOFRIO, S. Teoria do texto 1. São Paulo: Ática, 1995.
______. Teoria do texto 2. São Paulo: Ática, 1995.
FENEIS. Revista da FENEIS Nº 06 e 07 (2000) e N.º 10 (2001), Rio de Janeiro/RJ.
GÓES, M. C. R. de (Org.). Surdez: Processo Educativos e Subjetividade. São Paulo: Editora Lovise, 2000. p. 51-84.
______. O intérprete educacional de língua de sinais no ensino fundamental: refletindo sobre limites e possibilidades In: LODI, A. C. E. et al. Letramento e Minorias. Porto Alegre: Mediação, 2002. p. 120-128.
KOJIMA, C. K.; SEGALA, S. R. Revista Língua de Sinais. A Imagem do Pensamento. Editora Escala – São Paulo/SP. N.º 02 e 04, 2001.
MOURA, LODI & PEREIRA. Língua de sinais e Educação do Surdo (Série neuropsicológica, v.3). São Paulo /SP – Editora TEC ART, 1993.
PEREIRA, M. C. P.; RUSSO, A. Tradução e Interpretação de Língua de Sinais: técnicas e dinâmicas para cursos. São Paulo: Cultura Surda, 2008. v. 1. 90 p.
QUADROS, Ronice Müller de. Educação de Surdos: A Aquisição da Linguagem. Porto Alegre/RS. Artes Médicas. 1997.
QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais Brasileira: Estudos Lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. v. 1. 222 p.
SKLIAR, Carlos. A surdez: um olhar sobre as diferenças. 2. Ed. Porto Alegre: Mediação, 2001.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR


ARISTÓTELES. HORÁCIO. LONGINO. A poética clássica. Trad. Jaime Bruna. São Paulo: Cultrix, 1990.
BERNARDINO, E. L. Absurdo ou lógica? Os surdos e sua produção lingüística. Belo Horizonte: Profetizando Vida, 2000.
CANDIDO, A. et al. A personagem de ficção. São Paulo: Perspectiva, 1976.
CHOMSKY, N. Review of B. F. Skinner’s Verbal Behavior. Language, v. 35, p. 26-58, 1959.
COMPAGNON, A. O demônio da teoria. Literatura e senso comum. Trad. Cleonice P. B. Mourão. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1999.
COSTA, L. M. da; REMÉDIOS, M. L. R. A tragédia. Estrutura e história. São Paulo: Ática, 1988.
EAGLETON, T. Teoria da literatura: uma introdução. Trad. Waltensir Dutra. São Paulo: Martins Fontes, 1983.
FIGUEIREDO, F. J. Q. de. Aprendendo com os erros: uma perspectiva comunicativa de ensino de línguas. 2ª ed. Goiania: Ed. da UFG, 2002.
FIORIN, J. L. (Org.). Introdução à linguística: objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2002.
GONÇALVES, M. T.; BELLODI, Z. C. Teoria da literatura “revisitada”. Petrópolis, RJ; Vozes, 2005.
JOBIM, J. L. (Org.). Introdução aos termos literários. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1999.
LOPES, E. Fundamentos da lingüística contemporânea. São Paulo: Cultrix, 1996.
STALLONI, Y. Os gêneros literários. Trad. Flávia nascimento. Rio de janeiro: Difel, 2001.
VYGOTSKY, L. S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
WEEDWOOD, B. História concisa da linguística. São Paulo: Parábola, 2002.




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